O tratamento medicamentoso é essencial em casos de depressão, mas há iniciativas complementares que fazem muita diferença. A dança reúne características que ajudam em muitas frentes e são uma boa alternativa para melhorar a qualidade de vida.

 

Conversamos com a psiquiatra da Unifesp, Giuliana Cividanes, que participou de um projeto baseado na inclusão da dança no dia a dia de pessoas que conviveram ou convivem com a doença.